Plataforma de Observação de Uso Racional de Antimicrobianos

I. Missão

Integrar informação proveniente de várias fontes nacionais e internacionais sobre uso racional de antimicrobianos na saúde humana e animal com vista a monitorar indicadores programáticos e não programáticos, participar na divulgação da informação gerada a todos os níveis do sector da saúde e da sociedade Moçambicana em geral

II. Atribuições 

  1. Mapear fontes de informação relevante para geração de evidência sobre o uso racional de antimicrobianos em Moçambique;
  2. Disponibilizar informação simplificada e actualizada sobre o uso de antimicrobianos e do seu perfil de resistências;
  3. Divulgar toda informação estratégica sobre uso racional de antimicrobianos na saúde humana e animal no país e promover discussão sobre os principais  desafios e oportunidade no combate a resistência aos antibióticos em Moçambique.
  4. Produzir informação compilada sobre uso de antimicrobianos em Moçambique para informar o processo de tomada de decisão;
  5. Realizar previsões no futuro sobre mudanças no perfil de doenças e seu impacto no sector da saúde resultantes da resistências à múltiplas drogas de primeira e segunda linhas e propor medidas para mitigar estes impactos;
  6. Realizar acções de advocacia a todos os níveis sobre os perigos a saúde resultantes do uso irracional de medicamentos e emergência de resistências incluído as medidas para mitigar estes efeitos;
  7. Realizar acções de advocacia a todos os níveis sobre os perigos a saúde resultantes do uso irracional de medicamentos e emergência de resistências incluído as medidas para mitigar estes efeitos;
  8. Propor avaliações e intervenções bem como políticas com enfoque na mitigação do efeito negativo do uso inadequado dos medicamentos;
  9. Partilhar informação e experiência com os países da região sobre o impacto das resistências aos antimicrobianos na Saúde Pública;
  10. Organizar fóruns nacionais de debate e reflexão nacional sobre o uso inadequado de medicamentos e o impacto na emergência de resistências;
  11. Elaborar relatórios anuais e boletins periódicos sobre o impacto do uso inadequado de medicamentos em Moçambique.

 

III. Membros 

  1. Instituto Nacional de Saúde (INS): Co-coordenação do Secretariado
  2. Direcção Nacional de Farmácias (DNF); Co-coordenação do Secretariado
  3. Direcção Nacional de Saúde Pública  - Departamento de Promoção de Saúde (DEPROS-DNSP);
  4. Instituto Superior de Ciências de Saúde (ISCISA);
  5. Central de Medicamentos e Artigos Médico (CMAM);
  6. Direcção Nacional de Serviços Veterinários (DNSV);
  7. Inspecção Geral de Saúde (IGS);
  8. Programa de Controlo de Infecções (PCI) – DNAM;
  9. Departamento Farmácia Hospitalar (DFH) – DNAM;
  10. Programa Nacional de Controlo da Tuberculose (PNCTB) – DNSP;
  11. Departamento Central de Laboratórios (DCL) – DNAM;
  12. Direcção Nacional de Farmácias (DNF);
  13. Hospital Central de Maputo (HCM);
  14. Laboratório Nacional de Higiene e Águas e Alimentos   (LNHAA) – DNSP;
  15. Instituto de Investigação Agrária de Moçambique (IIAM);
  16. Ministério do Mar, Águas Interiores e Pescas (MMAIP) - Instituto Nacional de Desenvolvimento da Pesca e Aquacultura e Instituto Nacional de Inspecção do Pescado;
  17. Ministério da Terra, Ambiente e desenvolvimento Rural (MITADER);
  18. Faculdade Veterinária (FAVET);
  19. Faculdade de Medicina da Universidade Eduardo Mondlane (FM-UEM);